O Ministério da Juventude e dos Esportes da Somália defendeu, nesta terça-feira 9, a “integridade” do árbitro somali Omar Artan, que teve sua entrada em território norte-americano negada no sábado pelos Estados Unidos, onde deveria trabalhar durante a Copa do Mundo, e manifestou seu “apoio incondicional”.

Apesar das “intensas gestões diplomáticas e das negociações com as autoridades competentes do governo dos Estados Unidos e da Fifa, com o objetivo de chegar a uma resolução imediata”, “lamentavelmente não foi possível alcançar um resultado positivo”, afirmou a instituição em um comunicado.

Os Estados Unidos negaram a entrada do árbitro no sábado. A polícia de fronteira americana (CBP) explicou à AFP que “um árbitro da Copa do Mundo foi considerado inadmissível devido a questões relacionadas à verificação de seus antecedentes e teve sua entrada no território negada”.

O Ministério do Esporte da Somália afirmou sua “plena confiança em sua integridade, profissionalismo e contribuição contínua para o desenvolvimento do futebol tanto na Somália quanto em escala internacional”, e manifestou seu “apoio incondicional”.

Detentor do status de árbitro Fifa desde 2018, ele apita na liga somali e foi eleito o melhor árbitro do ano pela Confederação Africana de Futebol em 2025.