Omar Artan, árbitro da Somália escalado para trabalhar na Copa do Mundo de 2026, teve sua entrada nos Estados Unidos negada, informou uma autoridade do país africano nesta segunda-feira 8.

Ainda não se sabe os motivos dessa expulsão, já que Artan possuía visto válido, disse à AFP Ciise Aden Abshir, assessor do Ministério da Juventude e Esportes somali.

A Somália é um dos vários países cujos cidadãos estão sujeitos a uma proibição de viagem aos Estados Unidos, imposta pelo governo de Donald Trump.

Artan “é um dos árbitros mais respeitados da África e (…) negar sua entrada nos Estados Unidos e impedi-lo de trabalhar (…) prejudica não apenas a ele pessoalmente, mas também mina o compromisso do futebol com a equidade, o mérito e o espírito de fair play”, lamentou Abshir.

“A comunidade do futebol deve apoiá-lo neste momento difícil”, acrescentou o assessor, que é ex-capitão da seleção da Somália.