A chegada ao México é completamente diferente dos primeiros dias de Copa nos Estados Unidos. Em Nova Jersey, havia bandeiras dos países participantes no saguão do aeroporto de Newark mas nem sombra de Mundial pelas ruas.
No México, um guichê exclusivo para credenciados pela Fifa recepciona as delegações na imigração. O funcionário do governo fala de futebol e os taxistas têm uma camiseta da seleção de seu país no carro.
Não é uma Copa em três países. São três Copas distintas em três países completamente separados.
O verdadeiro muro de Trump foi erguido ao realizar o Mundial em realidades tão diferentes. Insípida no Canadá, inodora nos Estados Unidos, colorida no México.
Na sede da abertura da Copa do Mundo, há protestos de professores, medidas cautelares para permitir que vendedores de comida entrem no estádio Azteca e ruas bloqueadas por obras prometidas e não entregues.












