Novo tarifaço não deve ter grande efeito no cenário macroeconômico, apesar de trazer impactos setoriais e regionais, segundo economistas A relação entre Brasil e Estados Unidos vai além das trocas comerciais e deve considerar o cenário de investimentos, com perspectiva de longo prazo. As tarifas propostas na última semana pelo USTR, o escritório americano de representação comercial, mesmo que efetivamente estabelecidas, não devem ter grande efeito no cenário macroeconômico, apesar de trazerem impactos setoriais e regionais. A negociação para evitar as tarifas, porém, precisa ser buscada. O encolhimento cada vez maior da fatia americana na exportação brasileira significa perda de oportunidades para o Brasil.

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