As tarifas propostas pelo USTR, a agência de representação comercial americana, devem ter impacto mais setoriais, com efeito menor para o cenário macroeconômico. As tarifas propostas não devem levar à revisão de projeções do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, diz Ana Madeira, economista-chefe do Morgan Stanley. As declarações foram dadas durante participação da economista em evento promovido pelo Lide em São Paulo sobre as relações econômicas Brasil-EUA.
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