O rio Tietê ganhou uma nova forma de monitoramento, que deve ajudar em ações de fiscalização. Um projeto da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), iniciado neste ano, passou a monitorar alguns tipos de poluição no rio por meio de imagens de satélites.
Lançado nesta quarta-feira (10), o projeto está aberto para acesso e visualização do público. Cerca de 1.000 km do rio —incluindo seu tributário, o rio Pinheiros— e de seus reservatórios são mostrados em um mapa juntamente ao nível de poluição local, apresentado em forma de uma escala de cores.
Também estão presentes na plataforma algumas praias públicas, áreas de banho nas margens do rio —como a praia de Sabino, no município de mesmo nome no interior paulista.
Ainda há um número limitado de praias disponíveis para verificação, mas o cardápio deve ser expandido em breve. O mesmo vale para outros trechos e reservatórios que ainda não constam na plataforma para acesso ao público.
O novo monitoramento é parte do programa IntegraTietê, lançado em 2023.










