Criado após a contaminação por tolueno que comprometeu o abastecimento de 2 milhões de pessoas em 2024, centro de monitoramento usa aparato para identificar riscos e evitar novas crises 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Drone sobrevoa um dos pontos de captação de água na bacia dos rios Guapiaçu-Macacu: — Foto: Divulgação Um aparato de 36 câmeras, sensores flutuantes, drones com imagens infravermelho, barcos-patrulha e até sobrevoo de helicóptero vem sendo o grande responsável para que a água do Rio fique livre de grandes contaminações, como a do tolueno, que prejudicou o abastecimento a dois milhões de pessoas, ocorrida em abril de 2024. Depois do episódio, a Cedae, em parceria com a iniciativa privada, desenvolveu a instalação de um Centro de Monitoramento Ambiental (CMA) que fosse capaz de agir preventivamente e, em caso de ocorrência, agir mais rapidamente. A partir de janeiro do ano passado, ele começou a operar. E a mostrar resultados para lá de positivos. Os drones com infravermelho, por exemplo, mapeiam os rios para ver pontos de possíveis vazamentos clandestinos ou acidentais. Todas as imagens captadas em 14 bases nas bacias dos rios Guandu e Guapiaçu-Macacu, onde acontecem as maiores captações de água, chegam ao centro de controle operacional, onde são analisadas num supertelão. Caso haja necessidade de atuação, os órgãos de controle e fiscalização, como defesa civil, Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade e a polícia são acionados.
Câmeras, drones e helicópteros: como é feita a vigilância da água no Rio
Criado após a contaminação por tolueno que comprometeu o abastecimento de 2 milhões de pessoas em 2024, centro de monitoramento usa aparato para identificar riscos e evitar novas crises






