Além da eliminação de conexões clandestinas, concessionária Águas do Rio fez reparos em tubulações antigas ao longo do curso d’água 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Trecho do canal do Rio Maracanã, que passa por boa parte da Grande Tijuca — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/07/2026 - 17:32 Força-tarefa elimina esgoto clandestino e protege Baía de Guanabara Uma força-tarefa da Águas do Rio eliminou 82 ligações clandestinas de esgoto no Rio Maracanã, evitando o despejo de 9,36 milhões de litros diários de esgoto na Baía de Guanabara. A ação, concentrada na Tijuca, incluiu 152 reparos em tubulações antigas. Inspeções com câmeras e denúncias de moradores ajudam a identificar e corrigir irregularidades. A fiscalização contínua é crucial para a recuperação ambiental. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma força-tarefa da concessionária Águas do Rio eliminou 82 ligações clandestinas de esgoto que despejavam resíduos no Rio Maracanã, evitando que cerca de 9,36 milhões de litros de esgoto sem tratamento cheguem diariamente à Baía de Guanabara. Segundo a empresa, a maior parte das irregularidades foi encontrada na Tijuca, que concentrou 72 casos, enquanto outras dez foram identificadas no Maracanã. Os números reúnem ações realizadas nos últimos dois anos e incluem, além da retirada das conexões clandestinas, 152 reparos em tubulações antigas ao longo das margens do curso d’água. De acordo com a Águas do Rio, o volume de esgoto que deixou de ser lançado diariamente equivale a cerca de três piscinas olímpicas e meia. Para localizar os pontos de despejo, equipes utilizam câmeras de superzoom para inspecionar galerias subterrâneas. As imagens são cruzadas com vistorias em campo e denúncias de moradores para identificar imóveis que lançam esgoto na rede de drenagem pluvial, destinada apenas ao escoamento da água da chuva, além de verificar problemas como caixas de gordura fora dos padrões. Câmera de superzoom que mapeia as redes de esgoto — Foto: Divulgação A empresa informou que a maioria dos casos encontrados envolvia imóveis residenciais. Quando uma irregularidade é identificada, o proprietário é notificado e recebe prazo de 30 dias para adequar a ligação ao sistema de esgotamento sanitário. O diretor-executivo da Águas do Rio, Renan Mendonça, destaca que não há recuperação ambiental sem rigor na fiscalização e na operação. — Cada ligação irregular que retiramos ou rede antiga que consertamos no entorno do Rio Maracanã é um passo a mais para salvar a Baía de Guanabara. Apenas com as ações de fiscalização realizadas até o momento em 2026, conseguimos retirar 3,96 milhões de litros de esgoto por dia do rio e, consequentemente, da baía — diz. Um dos casos considerados mais críticos este ano ocorreu na Rua Afonso Pena, na Tijuca. De acordo com a empresa, moradores de um edifício e de duas casas haviam conectado, por engano, o sistema de esgoto à rede de águas pluviais. A situação fazia com que cerca de 12.960 litros de resíduos fossem despejados diariamente no Rio Maracanã. Após a fiscalização, os proprietários dos imóveis prometeram regularizar as conexões. Paralelamente às inspeções, a Águas do Rio informa que realiza coletas quinzenais da água em cinco pontos do Maracanã para monitorar a qualidade do curso d’água e orientar novas intervenções. O rio nasce no Alto da Boa Vista e deságua no Canal do Mangue. De acordo com a empresa, a fiscalização busca identificar e eliminar lançamentos irregulares de esgoto ao longo do percurso, reduzindo a carga de poluentes que segue em direção à baía. O monitoramento permite acompanhar os resultados das ações e indicar novos pontos que precisam de manutenção ou correção.
Rio Maracanã recebe menos 9 milhões de litros de esgoto por dia após ação de combate a ligações irregulares na Grande Tijuca
Além da eliminação de conexões clandestinas, concessionária Águas do Rio fez reparos em tubulações antigas ao longo do curso d’água







