Um parque solar ou eólico com armazenamento deixa de ser uma fonte intermitente para se comportar como um ativo despachável — Foto: Divulgação Por muito tempo, a agenda climática e a agenda de segurança energética caminharam em trilhos paralelos - e, em momentos de tensão, até em rota de colisão. A primeira, movida pela urgência de descarbonizar a matriz global e mitigar a mudança do clima de natureza antrópica, era frequentemente apresentada por seus críticos como uma pauta "de luxo", incompatível com a confiabilidade do suprimento associada às fontes fósseis e com os custos da transição energética. A segunda, ancorada em décadas de geopolítica do petróleo, tendia a privilegiar o status quo fóssil em nome da estabilidade/previsibilidade. Os últimos quatro anos enterraram essa dicotomia.
Mais recente
Próxima
Frase do dia
Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas













