Mercado de trabalho robusto, bolsas em alta e juros elevados favorecem moeda americana nas preferências dos investidores globais Juliano Cecílio, da Adam, não vê espaço para Copom seguir cortes; gestora mantém posições compradas em dólar — Foto: Leo Pinheiro/Valor Era notável perceber que, desde o Dia da Libertação, em abril de 2025, a tese do “excepcionalismo americano” sumiu das conversas de participantes do mercado. Nos últimos dias, porém, a sequência de indicadores econômicos que culminou no fortíssimo relatório de empregos (“payroll”) de maio se somou às expectativas elevadas em torno do avanço da inteligência artificial (IA) e reforçou, no mercado, a percepção de que os Estados Unidos são um ponto fora da curva. Na prática, o dólar voltou a se fortalecer e já provoca uma mudança de rota de agentes que antes apostavam de forma convicta no enfraquecimento da moeda americana.
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