Movimento de realização de lucros foi puxado pelo setor bancário e por um novo recuo de exportadores de commodities Salles: ambiente externo, que vinha sendo benéfico para o câmbio, está ‘virando’ — Foto: Rogerio Vieira/Valor A piora na percepção de risco geopolítica somada à preocupação de agentes financeiros com a chance de um aumento de juros nos Estados Unidos continuou a drenar a força do real frente ao dólar no pregão de ontem. Em meio a um ambiente externo desfavorável, as peculiaridades do Brasil em torno da sustentabilidade da dívida pública e do cenário eleitoral voltaram a pesar e fizeram a moeda americana terminar a sessão perto dos R$ 5,18, no maior patamar desde 30 de março, quando a divisa fechou em R$ 5,247.
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