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Bifanas e couratos, cachorros e hambúrgueres, churros e farturas. Ainda as food trucks não tinham entrado no léxico gastronómico português e já as roulottes tinham filas em festas populares, feiras, romarias e recintos desportivos. São parte da nossa cultura. Pontos de encontro improvisados, tantas vezes fora de horas. E são também um modo de vida e, para muitos, a forma mais viável de ter um negócio na restauração numa altura em que abrir um espaço próprio exige um investimento cada vez maior. Talvez por isso as roulottes nunca tenham desaparecido. Adaptaram-se aos tempos, aos públicos e às tendências, multiplicando-se as propostas e os formatos. Pelo caminho, até as mais clássicas conquistaram um novo élan.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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05 de Junho de 2026










