O Ibovespa chegaria aos 200 mil pontos em maio —está perto de 170 mil. O "investidor estrangeiro", não raro brasileiro com dinheiro lá fora, não estaria dando a mínima para a eleição. A delação de Daniel Vorcaro seria explosiva e "tirava o sono de Brasília", que dorme com Vorcaro e vorcarettes.
A negociação do governo brasileiro com o americano derrubaria o "tarifaço", dadas a "química" de Donald Trump com Luiz Inácio Lula da Silva e as ações da diplomacia pública e privada do Brasil.
Levaria tempo para Flávio Bolsonaro alcançar Lula nas pesquisas. Flávio ultrapassaria Lula em breve. Flávio seria um Bolsonaro "moderado".
O dólar não cairia abaixo de R$ 5,10 por muito tempo. Ou desceria a R$ 4,80. O estreito de Hormuz começaria a ser reaberto em meados de maio, até porque EUA e Irã quereriam se livrar logo da guerra. A bolha de IA nas Bolsas borbulhava, tanto que houve suspensão de euforia em março. O crédito extrabancário no mundo rico dava sinais definitivos de estresse por meio de umas quebras de empresas, as "baratas" (o inseto), indício forte de coisa podre sob o tapete da finança (quando se vê uma barata, há outras).
Eram coisas ditas mais ou menos de fevereiro a abril, maio, muita vez por poderosos do mundo ou por seus analistas de política e economia, algumas reproduzidas nestas colunas.
















