Houve quebra de expectativa em relação a uma melhora no nível das reclamações americanas após a aproximação entre os presidentes Trump e Lula, e as manifestações técnicas do Itamaraty Na foto, o chefe do USTR, Jamieson Greer; estratégia do governo brasileiro será manter diálogo — Foto: Rod Lamkey/AP A nova ameaça dos EUA de tarifar o Brasil, desta vez após a investigação iniciada ano passado sob a seção 301 da lei de comércio americana, não surpreendeu os negociadores comerciais brasileiros, que chegaram a participar do processo apresentando argumentos para defender o Brasil das acusações. Houve certa quebra de expectativa em relação à possibilidade de que o nível das reclamações americanas melhorasse após a aproximação entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva e as manifestações técnicas do Itamaraty, mas o escritório de representação comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) continua usando as mesmas justificativas de quando a investigação foi iniciada.

Mais recente

Próxima

Indústria da moda projeta perda de competitividade e risco ao emprego com ‘tarifaço’ dos EUA

Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas