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Foi um a seguir ao outro. Enquanto o Partido Socialista Operário de Espanha (PSOE) se recompunha depois de ver um dos seus líderes históricos e antigo presidente do Governo José Luis Zapatero nomeado como um dos eixos centrais do caso Plus Ultra, uma trama “labiríntica” de tráfico de influências e lavagem de dinheiro, foi apanhado desprevenido noutro flanco. Um fantasma que voltava para assombrar a Rua de Ferraz, em Madrid, sede do partido.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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02 de Junho de 2026














