Ela afirmou que ninguém ao seu redor levantou a hipótese de que o menino pudesse estar sofrendo agressões Monique Medeiros e o filho Henry Borel — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/06/2026 - 13:14 Monique Medeiros defende inocência e confiança em ex-companheiro no caso Henry Borel Monique Medeiros, em julgamento pela morte do filho Henry Borel, afirmou ter tentado entender os sinais de mudanças de comportamento do menino, sem suspeitar de agressões. Ela relatou ter pedido ajuda à escola e colocou Henry em acompanhamento psicológico, acreditando que ele sofria com a adaptação a novas circunstâncias. Monique destacou sua confiança no ex-companheiro Jairo, sem saber das acusações de violência contra ele. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Monique Medeiros afirmou, nesta terça-feira, durante seu interrogatório no julgamento pela morte de Henry Borel, que tentou entender os sinais apresentados pelo filho nos meses que antecederam sua morte, mas que ninguém ao seu redor levantou a hipótese de que o menino pudesse estar sofrendo agressões. Ela disse, ainda, que chegou a enviar à direção da escola do garoto uma mensagem pedindo um acompanhamento mais reforçado diante dos comportamentos “amuados” de Henry. Ela disse no recado: “Estou tentando de tudo, mas sinto que estou falhando em algo me ajude a identificar se tiver algo”. — Eu tentei de tudo, mas ninguém falava nada. Como que eu ia saber? Como que eu ia descobrir? — declarou Monique aos jurados. Chorando, Monique disse à juíza Elizabeth Machado Louro que buscou ajuda para compreender as mudanças de comportamento de Henry e afirmou que atribuía os sinais às transformações que o menino vivia naquele período, como a separação dos pais, a mudança de escola e a adaptação a uma nova casa. Segundo a ré, pessoas próximas e profissionais com quem conversava tratavam as reações da criança como algo compatível com aquele contexto. Ela afirmou ainda que decidiu colocar o filho em acompanhamento psicológico por acreditar que ele estava sofrendo com as mudanças na rotina. Monique também voltou a dizer que confiava no ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, com quem se relacionava à época, e que não tinha conhecimento, àquela altura, de relatos de violência que mais tarde seriam atribuídos a ele por ex-companheiras e testemunhas. — Para mim ele era médico. Eu não ia imaginar uma coisa dessa de um médico, confiava no Jairo. Eu não imaginava que ele pudesse fazer alguma coisa com o Henry — afirmou.
'Estou tentando de tudo, mas sinto que estou falhando em algo', escreveu Monique à direção da escola de do filho antes da morte de Henry
Ela afirmou que ninguém ao seu redor levantou a hipótese de que o menino pudesse estar sofrendo agressões
Monique relatou ter buscado sinais de mudanças do filho Henry via acompanhamento psicológico, mas ninguém suspeitou abusos; confiava em ex-companheiro sem conhecer antecedentes de violência. Para líderes, ilustra importância de governance e comunicação clara de riscos entre stakeholders.












