Maria Cristina Souza Azevedo afirmou que menino chegou ao hospital em parada cardíaca e com marcas roxas pelo corpo; protocolo de reanimação durou cerca de duas horas Monique Medeiros durante julgamento do caso Henry Borel — Foto: Gabriel de Paiva/ Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 27/05/2026 - 20:19 Médica relata choque de Monique Medeiros após morte de Henry Borel Durante o julgamento de Jairo Souza Santos Júnior e Monique Medeiros, a médica Maria Cristina Souza Azevedo relatou que Monique parecia em estado de choque após a morte do filho, Henry Borel, no Hospital Barra D’Or. Henry chegou em parada cardiorrespiratória, com hematomas, e a reanimação durou duas horas. Monique chorou ao ver um vídeo do filho, exibido no tribunal. O caso gerou intensos debates entre acusação e defesa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A médica Maria Cristina Souza Azevedo afirmou nesta quarta-feira, durante o julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e de Monique Medeiros, que a professora “parecia não acreditar” na morte do filho, o menino Henry Borel, após a confirmação do óbito no Hospital Barra D’Or. Pouco depois, durante o depoimento da testemunha no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio, Monique chorou ao assistir a um vídeo de Henry dançando na casa do pai, gravado na manhã de domingo, um dia antes da morte. O vídeo foi exibido pelo assistente de acusação Cristiano Medina enquanto a médica detalhava o atendimento prestado ao menino na noite de 8 de março de 2021. Segundo Maria Cristina, Henry chegou à unidade em parada cardiorrespiratória e apresentava marcas roxas no tórax, abdômen, punhos e coxas. Além de palidez e rigidez na mando. A médica relatou que a equipe realizou manobras de reanimação e que o protocolo levou cerca de duas horas. — O pai pediu para que continuássemos tentando — afirmou a testemunha, ao citar um pedido feito por Leniel Borel durante o atendimento. Médica relata reação de Monique ao saber da morte Momentos antes, ao ser questionada pelo promotor Fábio Vieira sobre a reação de Monique após a confirmação da morte do filho, Maria Cristina afirmou que a professora aparentava estar em choque. — Ela estava em estado de choque, parecia não acreditar — disse. Sobre Jairinho, a médica recorda que ele “passou o tempo todo apoiando Monique”. A médica é uma das testemunhas ouvidas no terceiro dia do julgamento dos réus pela morte de Henry, ocorrida em março de 2021. O júri vem sendo marcado por longos depoimentos, embates entre acusação e defesa e exibição de imagens e vídeos relacionados aos últimos dias de vida do menino.