Mãe do menino é ré por homicídio qualificado, assim como seu ex-companheiro Dr. Jairinho Monique Medeiros durante julgamento pela morte do filho, Henry Borel, em março; júri acabou adiado para maio — Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo / 23-03-2026 RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/05/2026 - 11:35 Monique Medeiros passa mal ao ver fotos da necropsia de Henry Borel no tribunal Monique Medeiros, ré por homicídio qualificado do filho Henry Borel, passou mal durante a exibição de fotos da necropsia do menino no tribunal. As imagens, apresentadas pelo perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes, exibiam lesões que descartam a hipótese de acidente doméstico, indicando sinais de agressão. Monique deixou o plenário para receber atendimento médico e não retornou ao julgamento, que prosseguiu. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Segundo informações confirmadas pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Monique Medeiros passou mal enquanto eram exibidas fotos da necropsia do filho, Henry Borel, durante o depoimento do perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes, testemunha do Ministério Público. Ela, assim como o ex-companheiro Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, são réus por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação de testemunha e fraude processual. As imagens mostradas aos jurados exibiam lesões encontradas no corpo do menino durante o exame cadavérico. Segundo o TJRJ, Monique pediu para ser avaliada por uma equipe médica após se sentir mal ao acompanhar a exibição das fotografias. Ela deixou o plenário e segue sendo acompanhada por profissionais de saúde. Até o momento, Monique não retornou ao julgamento e não acompanhou o restante do depoimento do perito. Mesmo na ausência da ré, o júri não foi interrompido. Henry Borel tinha 4 anos quando morreu — Foto: Reprodução Prestes é uma das principais testemunhas técnicas do caso e detalhou aos jurados as conclusões da perícia sobre as lesões de Henry. Durante a oitiva, ele afirmou que a hipótese de acidente doméstico está “totalmente descartada” e descreveu sinais de agressões em diferentes regiões do corpo da criança. Mais cedo, o perito também afirmou que Henry apresentava lesões compatíveis com impactos contundentes, citando desde “cascudos” até batidas contra superfícies rígidas, e disse que a multiplicidade dos ferimentos indicava “sinais de espancamento”. Não é a primeira vez que Monique demonstra forte reação emocional durante o julgamento. No segundo dia do júri, ela já havia abaixado a cabeça e coberto o rosto durante a exibição de fotos da necropsia feitas pela defesa de Jairinho. Já no terceiro dia, chorou ao assistir a um vídeo de Henry dançando exibido no plenário enquanto uma médica do Hospital Barra D’Or — onde a vítima foi socorrida — detalhava as tentativas de reanimação da criança.