Foram 180 mil as alunas, “sobretudo do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário”, que tiveram acesso a produtos menstruais gratuitos — pensos, tampões e copos menstruais — nas escolas e centros de saúde, onde estes começaram a ser distribuídos em Abril de 2025.Os kits foram entregues directamente às alunas nas escolas, “acompanhados por acções de sensibilização realizadas por professores de ciências e profissionais de saúde”, explicita o site do Governo. Nos centros de saúde, os utentes podem levantá-los. E o Ministério da Cultura, Juventude e Desporto faz um balanço positivo do primeiro ano: “Os dados evidenciam uma boa execução da medida e o acesso efectivo das beneficiárias aos produtos.”Há, contudo, “conhecimento de algumas escolas que reportaram stock esgotado”. O ministério diz estar a rever a medida e não adianta uma data para reposição. “Eventuais decisões relativas ao seu funcionamento futuro, incluindo mecanismos de distribuição, serão definidas no âmbito desse trabalho”, aponta.O ministério adianta ainda que “a maior requisição de produtos concentrou-se nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, bem como na Península de Setúbal, considerando a maior densidade populacional”. Os produtos mais distribuídos foram pensos higiénicos.
Produtos menstruais gratuitos chegaram a 180 mil estudantes. Medida deverá ser alargada
Ministério prevê alargar medida a pessoas em situação de sem-abrigo, casas de abrigo, prisões e centros educativos. Ainda não há data para reposição de stock em escolas onde faltam produtos.










