Produzida pelo pâncreas, a insulina é o hormônio que leva a glicose do sangue às células. Ou seja, ela é fundamental tanto para transformar o açúcar presente nos alimentos em energia quanto para manter os níveis de glicose no sangue estáveis.
Como medicamento, a insulina é utilizada no tratamento da diabetes (tipos 1 e 2) –condição que faz o organismo não produzir ou não usar adequadamente esse hormônio– desde 1922, um ano após a ciência conseguir isolá-la pela primeira vez.
Apesar de a substância ter aplicações médicas, sua utilização sem a necessidade clínica passou a fazer parte do protocolo hormonal de diversos fisiculturistas, como Milos Sarcev, a partir dos anos 1990 –a primeira insulina humana sintética, ou seja, idêntica ao seu homônimo produzido pelo próprio corpo humano, é de 1978.
O objetivo dos fisiculturistas com o uso da insulina é aumentar suas quantidades de massa muscular, uma vez que o hormônio em questão é tido como um dos mais anbólicos e, principalmente, anticatabólicos que existem.
"A insulina tem uma importante ação anabólica e anticatabólica. Ela aumenta a entrada de glicose e aminoácidos na célula muscular, favorecendo a síntese proteica e a reposição de glicogênio muscular pós-treino. Na prática, isso melhora a recuperação muscular e auxilia na hipertrofia", explica a médica Gabriella Criscuolo Mukics à coluna.















