O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, fraturou e rompeu um ligamento do pé e por isso não irá mais ao Fórum Jurídico de Lisboa, que será realizado na capital portuguesa entre os dias 1 e 3 de junho. O próprio Dino divulgou neste domingo (31) uma carta justificando sua ausência devido a um "acidente doméstico". "Com honra e alegria, participei das edições anteriores, mas desta feita perderei essa oportunidade de aprendizado e aperfeiçoamento profissional", afirmou Dino na carta na qual ele diz que não teve autorização do médico para viajar até Lisboa. Na mesma carta o ministro divulgou um artigo com o que seria o tema de sua palestra no evento, que reúne autoridades dos três Poderes na capital portuguesa. Ao final do documento, ele ainda afirma que "No 15º Fórum de Lisboa, em 2027, a conversa continua. Que 14ª edição seja, mais uma vez, um sucesso". O evento é organizado pelo IDP, a faculdade criada pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, em parceria com outras instituições, como a FGV Justiça e é realizado na Universidade de Lisboa. Com a ausência de Dino, devem participar do Fórum deste ano o próprio Gilmar Mendes e o ministro Alexandre de Moraes, além de autoridades de outros poderes, como o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e alguns dos principais empresários do país, como os banqueiros André Esteves, do BTG, e Luis Carlos Trabucco, presidente do Conselho de Administração do Bradesco. Também estão previstos na agenda do evento os ex-ministros do STF, como Ricardo Lewandowski e Luis Roberto Barroso, que se aposentou ano passado e participa do evento na condição de professor de Direito da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Dino fratura o pé e não vai ao Fórum Jurídico de Lisboa
Em carta, ministro afirma que não teve autorização médica para viajar e participar de evento organizado por faculdade criada pelo ministro Gilmar Mendes














