Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o empresário Paulo Figueiredo e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro voltaram a defender junto ao governo dos Estados Unidos a aplicação de sanções contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, mecanismo que prevê punições financeiras e restrições de entrada no país.
A informação foi confirmada por Figueiredo à Folha. "Fiz esse pedido em todas as reuniões que nós tivemos", disse ele, que ressalta que a solicitação partiu apenas dele e de Eduardo, mas não de Flávio.
A declaração de Figueiredo ocorre após o governo Donald Trump decidir classificar as facções criminosas PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.
Para Figueiredo, a decisão americana de classificar os grupos colocou o governo Lula numa posição delicada. "A gente deu um nó no Lula", afirmou.
Segundo ele, a medida representou "um golaço para o Brasil" e "um golaço político" para a pré-campanha do filho mais velho de Jair Bolsonaro.












