Cerca de 80% dos executivos C-level não enxergam suas lideranças como impulsionadoras de uma alta performance sustentável Nádia Rabechi: “A capacidade de mobilizar as pessoas é um dos fatores-chave para as empresas que têm boa capacidade de execução” — Foto: Divulgação Tirar a estratégia do papel e transformá-la em ações nunca foi uma tarefa simples. Neste momento em que inúmeros fatores pressionam os negócios, como a inteligência artificial, a busca por produtividade, as mudanças geopolíticas e a rapidez exigida na tomada de decisões, esse desafio aumentou. O que chama atenção no alto escalão das empresas brasileiras é que 8 em cada 10 ocupantes do C-level acreditam que suas lideranças não são capazes de impulsionar a performance de suas empresas, uma das principais barreiras à execução da estratégia. Isso porque consideram que a maior parte dos cargos de comando é ocupada por líderes medianos, incapazes de engajar pessoas e que obtêm resultados apenas satisfatórios.
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