“Se você sente dor, você está vivo. Se você sente a dor alheia, você é um ser humano” – Leon Tostoi
Quem ainda não viu Fanon, corra para ver. O filme é imperdível.
Ele soube sentir, profundamente, as próprias dores, mas foi avante: entendeu que elas não eram individuais, mas coletivas, fruto podre da colonização e de suas raízes nefastas, o racismo e a incapacidade de se colocar no lugar do oprimido.
Como Nise da Silveira fizera, Fanon libertou os doentes mentais dos grilhões da ignorância médica, emancipando-os como seres humanos plenos de todos os direitos a eles inerentes.
Mais ainda, como São Francisco, entendeu que o bem não se prega, faz-se.












