“Muitas vezes invisíveis, vivos ou mortos, nossos pais nos acompanham a cada instante da nossa vida. Sem nos darmos conta. Como uma evidência. Como um arrependimento que carregamos eternamente. Não nos recuperamos da ausência deles. Morremos um pouco mais, todos os dias. Os meus eram e serão sempre uma fonte de força da qual bebo para me reerguer.”
— Rachid Benzine
Há coisas difíceis de mensurar na vida.
A dignidade é uma delas. Mas como medi-la? Quais são seus limites?
Nessas horas, temos de recorrer a nossos pais e avós para encontrar alguma métrica: o nome que carregamos, as posturas que eles adotaram diante da vida, a herança de fatos e recordações que não podem ser traídos por nós.








