Durante muito tempo, alta performance foi associada à intensidade: crescer mais rápido, decidir mais rápido, produzir mais. No ambiente empresarial, essa lógica ainda prevalece, mas talvez esteja incompleta.
Tenho refletido que negócios consistentes não se constroem por picos de performance, e sim por disciplina.
Recentemente, vivendo a Patagonia Run ao lado de empresários do Grupo First, essa percepção ganhou ainda mais força. Ao lado de dentistas, médicos, investidores, empresários do agro, da construção, tecnologia e serviços, ficou evidente como performance e liderança são temas transversais, independentemente do setor.
Em provas de Trail Running, o resultado raramente pertence ao mais acelerado, mas a quem sabe administrar energia, manter ritmo e tomar boas decisões ao longo do percurso.
Nos negócios acontece o mesmo.














