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Os três meses de guerra no Médio Oriente foram suficientes para um rearranjo de interesses cujas verdadeiras implicações estão ainda por perceber. De um lado, os Emirados Árabes Unidos (EAU), os novos aliados de Israel e o país do Golfo mais atacado pelo Irão desde que começou a guerra (cerca de 550 ataques com mísseis balísticos e 2200 ataques com drones, até ao início do cessar-fogo).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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23 de Maio de 2026














