O deputado Leo Prates (Republicanos-BA) — Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 21/05/2026 - 17:51 PEC do Fim da Jornada 6x1 Prevê Folgas Duplas a Partir de 2026 O deputado Leo Prates, relator da PEC que propõe o fim da jornada 6x1, afirmou que a adoção de dois dias de folga semanais será imediata, sem fase de transição, com vigor previsto para 2026. Apesar de não serem dias consecutivos para não impactar a economia, o principal debate é sobre o tempo necessário para implementar a mudança. A proposta visa ser concisa, deixando detalhes para leis futuras e negociações coletivas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O relator da PEC do fim da jornada 6 x 1, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), afirmou durante seminário em Belo Horizonte, que não há discussão sobre uma transição para a adoção de dois dias de folga semanais. Segundo ele, esse é um compromisso do governo e do presidente da Câmara, Hugo Motta, com previsão de entrada em vigor já em 2026. - Não há discussão da transição para os dois dias de folga. Esse é compromisso do governo, é compromisso do presidente Hugo Motta. A ideia é que os dois dias de folga entrem em vigor já em 2026. Os parlamentares sabem que não é possível que sejam dois dias seguidos, para não prejudicar a economia. De acordo com Prates, o principal ponto em debate é o prazo necessário para a implementação da redução da jornada de trabalho. O parlamentar afirmou ainda que a proposta em discussão busca ser “o mais enxuta possível”, deixando parte da regulamentação para leis posteriores e negociações coletivas entre sindicatos patronais e de trabalhadores. - O debate é sobre qual o tempo de transição útil e necessário para a implementação da redução da jornada. Esse eu acho que é o grande ponto de discussão entre nós. O relator também disse que a proposta não deverá incluir mudanças relacionadas aos acordos individuais previstos na reforma trabalhista. Segundo ele, a decisão foi tomada por Hugo Motta. - A outra coisa que nós temos é que também não acolheremos, isso aí foi decisão do presidente Hugo Motta, nós não acolheremos nesse texto aquela questão da reforma trabalhista dos acordos individuais.