Fiscalização do sistema financeiro é desafiada por produtos inovadores, dados cada vez mais complexos e restrições orçamentárias No Brasil, entre os fatores que impulsionam o debate sobre modelos alternativos de arquitetura regulatória, estão escândalos financeiros recentes, como o do Banco Master — Foto: Edilson Dantas/O Globo Quando grandes fraudes vêm à tona, uma das perguntas legítimas a se fazer é: como o crime poderia ter sido evitado e por que não foi? É esperado que se questione o papel da regulação nessas situações. Cabe aos agentes públicos e privados refletirem se as normas e os reguladores eram insuficientes, suscetíveis a brechas, sucateados, cooptados ou o modelo escolhido pela jurisdição não deu conta de identificar e interceptar crimes financeiros a tempo.
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