O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro indeferiu o pedido de efeito suspensivo impetrado pelo diretor-presidente da Azzas 2154, Alexandre Birman, com o objetivo de reverter os efeitos da liminar concedida ao sócio Roberto Jatahy. O colunista Lauro Jardim, do O Globo, afirma que a desembargadora Maria Helena Machado manteve os efeitos da decisão concedida pela juíza Simone Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A desembargadora determinou que os efeitos da liminar permanecem integralmente válidos até que uma arbitragem decida os destinos do Azzas, o que deve forçar uma nova rodada de negociação entre os sócios, segundo o jornalista. Em sua decisão, ocorrida na semana passada, a juíza determinava que Birman se abstivesse de promover a desintegração da unidade de negócios do Rio de Janeiro do grupo. A decisão fazia menção especificamente à Reserva, bem como à preservação da posição de Jatahy como diretor das marcas do chamado Projeto 021, sob pena de afastamento de Birman do cargo de CEO em caso de descumprimento. Roberto Jatahy e Alexandre Birman — Foto: Rogerio Vieira/Valor

Mais recente

Próxima

ArcelorMittal vende participação de US$ 667 milhões na Vallourec

Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas