Alvo da Operação Sem Refino, na última sexta-feira (15), a Refit afirmou nesta segunda (18) que é falso afirmar que o empresário Ricardo Magro controla a companhia. A empresa afirma ainda que Magro sequer faz parte do quadro de acionistas.
O empresário teve a prisão preventiva decretada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Ele mora nos Estados Unidos e seu nome foi incluído na lista de foragidos da Interpol.
Magro e a Refit são investigados pela Polícia Federal por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas, crimes contra a ordem econômica, falsidade ideológica e organização criminosa. Eles negam as irregularidades.
"A companhia esclarece que a alegação de que o sr Ricardo Magro seria 'proprietário' da Refit é incontestavelmente inverídica, uma vez que ele não integra o quadro de acionistas da companhia", disse a empresa em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
O comunicado, assinado pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Refit, Paulo Henrique Oliveira de Menezes, foi uma resposta a questionamentos da CVM sobre a operação policial de sexta, que mirou as relações entre a companhia e o governo do Rio de Janeiro.











