O governo Trump aumenta a pressão para que Cuba abra sua economia e permita maiores liberdades políticas para os americanos.

Mesmo com o conflito no Irã em andamento, os Estados Unidos mobilizam um arsenal de instrumentos —sanções, indiciamentos e promessas de ajuda— para ditar o ritmo das negociações nas próximas semanas.

Em uma visita surpresa à ilha na quinta-feira (14), o diretor da CIA, John Ratcliffe, transmitiu a mensagem de que Cuba tinha uma "rara chance de estabilizar sua economia em colapso", segundo um funcionário dos Estados Unidos.

Também houve uma ameaça implícita de que os EUA poderiam recorrer ao tipo de ação militar que usaram na Venezuela em janeiro, quando Nicolás Maduro foi capturado e levado para o território americano, onde aguarda julgamento.

O investigador disse que Cuba não deveria "se iludir pensando que o presidente não cumprirá suas ameaças". Os governos estão em negociação desde fevereiro, mas depois de sinais iniciais de avanço, o governo americano sinaliza nas últimas duas semanas que está cada vez mais frustrado.