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Uma das principais dúvidas recai sobre o destino dos cerca de 61 milhões de reais que, segundo o ‘Intercept’, foram efetivamente pagos pelo banqueiro
A revelação de intimidade com o banqueiro Daniel Vorcaro sacudiu a pré-campanha à Presidência de Flávio Bolsonaro (PL). Aliados do senador tiveram de entrar em campo rapidamente para iniciar uma “operação abafa” e tentar minimizar os fatos, de olho em salvar uma candidatura que se afigura competitiva. Restam, porém, pontos de interrogação capazes de ampliar o desgaste do filho “zero um” de Jair.
Flávio admitiu ainda na quarta-feira 13 ter pedido dinheiro a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, encampado pela extrema-direita como uma peça de propaganda pró-Jair Bolsonaro. A admissão só ocorreu após o site The Intercept Brasil divulgar as mensagens trocadas entre o senador e o banqueiro — horas antes, Flávio havia negado a solicitação e tachado de “mentira” a pergunta de uma repórter do veículo.
Uma das principais dúvidas recai sobre o destino dos cerca de 61 milhões de reais que, segundo o Intercept, foram efetivamente pagos entre fevereiro e maio de 2025 para financiar o filme. O veículo informou que Vorcaro se comprometeu a repassar aproximadamente 134 milhões de reais.













