Brasil terá, nos próximos meses, o seu próprio teste de credibilidade fiscal e dificilmente contará com o mesmo grau de paciência que os países desenvolvidos vêm recebendo dos mercados

Banco avalia que há pouco espaço para “complacência” com a continuidade da política econômica atual

O gradualismo no ajuste, proposto pelo atual time econômico, poderá se mostrar tímido à luz da corrosão de credibilidade na gestão fiscal