Expectativa de economistas é de desaceleração em relação a 2026, mas recessão ainda está no centro do radar das preocupações 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Serrano, do Bmg: “Corte [da Selic] veio mais devagar e ainda estamos com 10% de juros em termos reais” — Foto: Ana Paula Paiva/Valor Com um afrouxamento monetário que andou mais devagar que o esperado em 2026, as atenções para os efeitos dos juros altos na atividade se voltam para 2027 num ambiente em que o nível de endividamento, não só do setor público como privado, causam preocupação. A mediana das projeções de mercado, que ao fim do primeiro semestre apontavam alta próxima de 1,7% para o PIB do ano que vem, caiu para 1,5%, enquanto a estimativa para 2026 ainda se mantém perto de 2%. Os mais pessimistas apontam o risco de a economia em 2027 crescer à metade da taxa esperada para este ano, com variação mais próxima de 1% ou até menos, em meio à incerteza sobre o resultado das eleições.

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