Análise indica que calor, seca e ventos que favoreceram os incêndios de julho também ficaram ao menos duas vezes mais prováveis no sudoeste da França. Especialistas ressaltam que vegetação acumulada e gestão do território também influenciam a dimensão das queimadas.

Florestas pegam fogo com mais facilidade porque vegetação e solos europeus estão secos há meses, uma seca agravada por mudanças climáticas e ondas de calor excepcionais

França e a Espanha combatem novos focos do incêndio que se alastra desde a semana passada, como consequência de um dos verões mais quentes e secos já registrados na região

Risco de queimadas cresce mais de 50% na região na última década, mostra estudo