O compromisso envolve plataformas digitais e empresas de inteligência artificial no combate à desinformação, mas não prevê sanções

Parte da Corte vê possível tentativa de burlar restrições impostas pelo STF, enquanto outra avalia que eventual irregularidade dependerá do uso da ferramenta para enganar o eleitor

Presidente do tribunal assina portaria que detalha obrigações para plataformas durante eleições