Danny Zahreddine, professor da PUC Minas, vê Teerã com mais força nas negociações agora do que em 2015, quando foi firmado um acordo nuclear rasgado por Trump

Termos revelam compromissos de ambos os lados, como a suspensão de sanções americanas e o respeito à soberania mútua

Para Vinícius de Carvalho, Teerã apostou em 'defesa de negação' e ampliou custos do conflito para Washington