A Copa do Mundo não redesenha os fundamentos macroeconômicos do Brasil, mas cria um choque de demanda concentrado que redistribui renda dentro da própria economia

Analistas estimam aumento de 3% nas vendas durante os 39 dias de competição

Pesquisa da CNDL e SPC Brasil mostra que 60% dos brasileiros pretendem consumir durante o torneio, pressionando logística, estoque e meios de pagamento das empresas