Os novos dados de emprego dos Estados Unidos ficaram no centro das atenções nesta sexta-feira

A moeda americana fechou em alta de 1,15%, cotada a R$ 5,0665. Já a bolsa encerrou em queda de 2,22%, aos 170.331 pontos.

Com a piora no cenário externo, a moeda americana volta a exibir força na maioria dos 33 mercados mais líquidos acompanhados pelo Valor

Encerradas as negociações, o dólar à vista fechou negociado em alta de 1,15%, cotado a R$ 5,0665, depois de ter encostado na mínima de R$ 5,0117 e batido na máxima de R$ 5,090

Investidores aguardam divulgação de relatório de empregos pelo governo norte-americano

O movimento também é observado em outros mercados, no momento em que os agentes ainda colocam na conta alguma possibilidade de aperto nos juros pelo Federal Reserve neste ano

Número de vagas preenchidas em maio alcançou 172 mil, demonstrando resiliência da atividade americana apesar de juros ainda altos

A divulgação de números mais fortes do que o esperado para o mercado de trabalho americano no “payroll” pesou sobre os ativos domésticos

Ativos locais já sofriam com a piora de percepção de risco local, com um espaço ainda menor para flexibilização da Selic

A moeda americana avançou 1,78%, cotada a R$ 5,1566, no maior patamar desde 2 de abril. Já a bolsa recuou 0,77% e fechou abaixo dos 170 mil pontos pela primeira vez desde janeiro.

O mercado correu para reprecificar a trajetória de juros nos EUA e, assim, passou a trabalhar com um viés de dólar mais forte, após dados de emprego americano darem fôlego a…

No pior momento do dia, o Ibovespa chegou a tocar nos 168.910 pontos, mas conseguiu devolver uma parte das perdas na reta final do pregão

Os novos dados de emprego dos Estados Unidos ficaram no centro das atenções nesta sexta-feira