PUBLICIDADE O mercado correu para reprecificar a trajetória de juros nos EUA e, assim, passou a trabalhar com um viés de dólar mais forte, após dados de emprego americano darem fôlego a apostas em um aperto das condições monetárias pelo Fed Ibovespa, dólar e bitcoin: bolsa brasileira começa a negociar contratos de eventos; veja como funcionam — Foto: Pixabay O câmbio doméstico enfrentou um movimento agudo de aversão a risco nesta sexta-feira, que levou o dólar ao maior nível em dois meses frente ao real. O mercado correu para reprecificar a trajetória de juros nos Estados Unidos e, assim, passou a trabalhar com um viés de dólar mais forte, após dados de emprego americano darem fôlego a apostas em um aperto das condições monetárias pelo Federal Reserve (Fed). Ainda que diversas moedas emergentes tenham sofrido com a valorização da divisa americana, o real figurou entre os piores desempenhos do dia, ao ser afetado, ainda, por uma piora na percepção de risco doméstico, que continuou a entrar na conta dos participantes do mercado. No fim dos negócios no mercado à vista, o dólar era negociado a R$ 5,1566, em alta de 1,78%, perto da máxima do dia, de R$ 5,1571. A moeda americana, assim, alcançou o maior nível de fechamento desde 3 de abril. Na semana, o dólar acumulou alta relevante, de 2,26%.