Ativos locais já sofriam com a piora de percepção de risco local, com um espaço ainda menor para flexibilização da Selic

Embora a ameaça de novas tarifas dos EUA a produtos brasileiros explique parte da adição de prêmios de risco, a perspectiva para a política monetária do BC segue no foco dos…

A moeda americana fechou em alta de 1,15%, cotada a R$ 5,0665. Já a bolsa encerrou em queda de 2,22%, aos 170.331 pontos.

Além da piora na percepção de risco, a preocupação com a inflação, por conta dos preços da commodity, volta a pressionar as taxas, com novas casas ajustando suas expectativas em…

Cenários doméstico e externo que desafiam a convergência da inflação à meta de 3% do Banco Central contribuíram para o estresse no mercado de renda fixa nesta quarta-feira

Inflação está demorando mais do que o esperado para retornar à meta e mercado de trabalho parece estável, com atividade econômica forte, apontou

Relatório de emprego leva mercado a subir expectativa para alta nos juros de 48% para 98%

Mercado passa a esperar uma política monetária mais dura por parte do Fed, o que faz as taxas dos Treasuries escalarem

O movimento também é observado em outros mercados, no momento em que os agentes ainda colocam na conta alguma possibilidade de aperto nos juros pelo Federal Reserve neste ano

Número de vagas preenchidas em maio alcançou 172 mil, demonstrando resiliência da atividade americana apesar de juros ainda altos

A divulgação de números mais fortes do que o esperado para o mercado de trabalho americano no “payroll” pesou sobre os ativos domésticos

Ativos locais já sofriam com a piora de percepção de risco local, com um espaço ainda menor para flexibilização da Selic

A leitura muito acima do esperado para o “payroll” reforçou as apostas de uma alta dos juros pelo Federal Reserve, o que se reflete no avanço dos rendimentos dos Treasuries

Percepção é de que o mercado de trabalho segue resiliente, enquanto a inflação segue bastante elevada nos EUA