Soldado de paz da ONU também morreu em fogo cruzado; violência continuou apesar do anúncio de novo acordo para tentar encerrar os confrontos entre Israel e Hezbollah.

Guardas da Revolução fazem depender as negociações de paz com Washington do fim das operações de Israel no Líbano e em Gaza.

Fim de ataques israelenses ao país vizinho era uma das exigências de Teerã para acordo de paz com os EUA.

Ministro da Defesa de Tel Aviv afirma que país vai manter operação militar no país vizinho

Algumas figuras israelitas criticaram a influência de Trump nas negociações e já houve ataques no Sul do território libanês.

Os países "rejeitam qualquer tentativa, por parte de agentes estatais ou não estatais, de comprometer o futuro do Líbano", afirmou o comunicado.

A situação também afeta as negociações entre EUA e Irã, que exige a cessação das hostilidades no Líbano como pré-requisito para um acordo

Soldado de paz da ONU também morreu em fogo cruzado; violência continuou apesar do anúncio de novo acordo para tentar encerrar os confrontos entre Israel e Hezbollah.

Grupo apoiado pelo Irã rejeita acordo negociado com mediação dos EUA e exige fim total dos ataques israelenses e retirada de tropas do Líbano.

Sete pessoas morreram e 12 ficaram feridas em bombardeios à cidade de Tiro. Presidente do Parlamento libanês falou que concordaria em retirar o grupo extremista do sul do país…

Segundo o Ministério da Saúde libanês, as ofensivas israelenses mataram mais de 3.500 pessoas desde março

O ataque acontece apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah.