Dado é uma boa notícia para o presidente Javier Milei, em meio ao desgaste provocado pela agenda econômica do governo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A inflação mensal na Argentina desacelerou para 1,7% em agosto, o menor resultado desde junho de 2025, quando ficou em 1,6%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). O resultado é uma boa notícia para o presidente Javier Milei, em meio ao desgaste provocado pela agenda econômica do governo. A variação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também representou uma desaceleração em relação a julho, quando os preços haviam subido 2,1%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação ficou em 33,5% em agosto, ante 33,8% em julho. Apesar da desaceleração mensal, o resultado veio em linha com as expectativas do mercado. Economistas consultados pela Pesquisa de Expectativas de Mercado (REM), do Banco Central da República Argentina (BCRA), projetavam alta de 1,7% para agosto. Segundo o Indec, a divisão com maior aumento no mês foi habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis, com alta de 2,8%. Educação veio em seguida, com avanço de 2,5%. Por outro lado, vestuário e calçados registrou queda de 0,6%, enquanto o setor de recreação e cultura ficou estável em agosto. As duas divisões tiveram as menores variações entre os grupos que compõem o índice nacional. Notas de peso argentino — Foto: REUTERS/Francisco Loureiro