0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Lula e o presidente do STF, ministro Edson Fachin, no Palácio do Planalto — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo Numa conversa ocorrida em pleno Desfile do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, Edson Fachin disse a Lula que agiria logo para conter os ânimos no STF, que estavam saindo do controle — e, na segunda-feira, as duas bombas atômicas da semana ainda nem haviam explodido, ou seja, as decisões de André Mendonça ejetando Andrei Rodrigues da PF e a de Flávio Dino reintegrando-o ao cargo. Lula, então, decidiu que se posicionaria sobre o caos no STF após Fachin agir. Como o presidente do STF ainda não havia tomado qualquer atitude até o fim da manhã de ontem, o petista divulgou uma nota oficial em que defendeu a "quebra completa" do sigilo das investigações do caso Master, “o maior crime financeiro da história do Brasil”. No fim desta quarta-feira, porém, Fachin, enfim, agiu com medidas que atingem tanto André Mendonça quanto Alexandre de Moraes.

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