Os resultados do Pisa, divulgados nesta terça (8), apresentam um recorde preocupante entre os membros da OCDE, organização de países desenvolvidos responsável pelo teste, e uma estagnação em desempenho precário no Brasil.
A avaliação de jovens de 15 anos em três áreas do conhecimento (leitura, matemática e ciências) é realizada a cada três anos. Em 2025, participaram 91 nações ou regiões, e a média dos 23 países que fazem parte da OCDE desde o primeiro ano do Pisa, em 2000, foi a mais baixa da série histórica.
O recorte nesse grupo começa em 2006, quando ciências passou a ter resultados comparáveis. Desde então, a média diminuiu 29 pontos em leitura (chegando a 466), 32 em matemática (469) e 17 em ciências (486).
A queda brusca ocorre a partir da pandemia. Trata-se de redução significativa, já que uma variação de 20 pontos representa cerca de 1 ano de aprendizado.
As médias de 2025 dos 38 países que hoje integram a OCDE foram de 461, 463 e 482, respectivamente. O Brasil melhorou entre 2000 e 2009; desde então, contudo, ainda permanece às voltas com notas insatisfatórias.











