Decisão de Tel Aviv é resposta a planos do Reino Unido, entre outros países, de proibir importações provenientes de assentamentos israelenses na Cisjordânia 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, participa da reunião inaugural do Conselho da Paz no Instituto da Paz dos Estados Unidos, em Washington, nos EUA — Foto: Reuters/Kevin Lamarque Israel disse nesta terça-feira que fechará o consulado do Reino Unido em Jerusalém Oriental em resposta aos planos de Reino Unido, França e Canadá, entre outros países, de proibir importações provenientes de assentamentos israelenses na Cisjordânia. O Reino Unido também não participará mais de missão liderada e coordenada pelos Estados Unidos para Gaza, e alguns políticos e autoridades britânicas, entre os quais o ex-líder do partido Trabalhista Jeremy Corbyn, serão proibidos de entrar em Israel, informou o ministro de Relações Exteriores, Gideon Saar. “A iniciativa britânica é uma distorção moral, e constitui flagrante interferência nos assuntos de um Estado soberano e em seu processo eleitoral”, disse Saar, referindo-se a comentários do ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, Ed Miliband, de que Israel estaria promovendo uma campanha de limpeza étnica, acusação que o ministro israelense chamou de “mentira ultrajante”. O consulado britânico em Jerusalém Oriental está acreditado — ou seja, diplomaticamente vinculado — à Autoridade Palestina na Cisjordânia. Saar disse que a resposta ao Reino Unido foi coordenada com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, após o presidente do país, Isaac Herzog, ter acusado o governo britânico de interferir na eleição que se aproxima, no final de outubro.
Israel fechará consulado britânico em Jerusalém Oriental em meio a disputa com Londres
Decisão de Tel Aviv é resposta a planos do Reino Unido, entre outros países, de proibir importações provenientes de assentamentos israelenses na Cisjordânia











