0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues — Foto: Brenno Carvalho/O Globo Ao afastar Andrei Rodrigues da chefia da Polícia Federal, André Mendonça recorreu a uma artimanha para se referir aos “relatórios de inteligência” divulgados por Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. O relator do caso Master fez questão de usar aspas em toda menção a “relatórios” e mesmo quando se referia ao “documento”. Um recurso simples para descredibilizar o material apócrifo com uma dose de ironia. Em um dos trechos, Mendonça afirma que “o ‘documento’ é apócrifo, sem timbre ou qualquer outro símbolo gráfico capaz de lhe empregar o mínimo grau de legitimidade e confiabilidade, inviabilizando qualquer conferência quanto à sua autoria e data de elaboração”. E emenda: “A fragilidade técnica do ‘documento’ é tão óbvia e autoevidente, que não tardou a emissão de manifestações públicas, exaradas por entidades representativas de carreiras técnicas com expertise na área, para elencar os inúmeros vícios presentes, demonstrando cabalmente que, do ponto de vista estritamente técnico, a documentação é um verdadeiro ‘nada jurídico’”.
A artimanha de Mendonça ao citar os 'relatórios de inteligência' em decisão que afastou Andrei
A artimanha de Mendonça ao citar os 'relatórios de inteligência' em decisão que afastou Andrei
















