Candidato à reeleição, o presidente Lula (PT) tem reclamado da estagnação dos índices de aprovação de seu governo, segundo confidenciam auxiliares. Embora lidere as pesquisas, Lula viu frustrada a expectativa de melhora na avaliação de seu trabalho após o início da propaganda eleitoral.
Esse cenário de calcificação do eleitorado, além de vazamentos da tática discutida em reuniões semanais de uma coordenação ampliada, fez com que Lula restringisse o núcleo de sua campanha a quatro pessoas.
Fazem parte desse grupo os ministros Sidônio Palmeira (Secom) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência); o presidente do PT, Edinho Silva; e o petista Paulo Okamotto, seu amigo próximo –este com participações esporádicas.
A equipe de comunicação da campanha e ministros da confiança de Lula, como José Guimarães (Relações Institucionais), são chamados de acordo com a pauta das reuniões.
Ainda segundo colaboradores, o presidente planeja reforçar o comando da campanha com a convocação de nomes como o do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, que se licenciaria do cargo para se integrar ao time.








