Senador também diz que presidente "virou as costas" para os gaúchos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Bolsonaro, candidato à presidência da República pelo PL — Foto: REUTERS/Tita Barros O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, tentou associar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Um dia após o nome do magistrado ser citado em investigações envolvendo o Banco Master, Flávio acusou Moraes de sabotar o governo do pai, Jair Bolsonaro. “Não sei se quem governa o Brasil hoje é o Lula ou Alexandre de Moraes”, declarou em Porto Alegre. Leia mais O senador participou da feira agropecuária mais tradicional do Rio Grande do Sul, a Expointer, e depois realizou um comício no Parque Moinhos de Vento, o Parcão, ponto tradicional de protestos da direita na cidade. Aos apoiadores, alguns usando máscaras com o rosto do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio criticou o governo federal. “Quando o Rio Grande do Sul mais precisou, ele virou as costas aos gaúchos. Nem sequer perdoou a dívida do Estado”, afirmou o candidato, que prometeu encontrar uma solução para a dívida do Estado com a União, em torno de R$ 100 bilhões. O senador discursou ao lado do candidato do PL ao governo gaúcho o deputado federal Luciano Zucco. Durante o discurso, Flávio também citou o filho do presidente, Fábio Lula da Silva, o Lulinha, e denúncias sobre as fraudes no INSS, e fez críticas a Alexandre de Moraes. “Hoje nós vemos que Alexandre de Moraes interferiu nas eleições de 2022 e sabotou o governo Bolsonaro desde o primeiro dia”, afirmou. O senador também fez referência ao contrato assinado pelo escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher de Moraes, com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Após a revelação das mensagens, Flávio voltou a defender o impeachment de Moraes e cobrou Lula por não ter se manifestado a respeito. "Sabem quem é o único candidato que não se pronunciou sobre escândalo de Alexandre de Moraes? Lula, porque ele tem o rabo preso", afirmou. No mesmo dia em que o relatório da Polícia Federal sobre as mensagens de Moraes e Vorcaro veio a público, reportagens revelaram os repasses feitos pelo ex-banqueiro ao filme "Dark Horse" foram maiores e duraram mais tempo que o admitido pelo senador. O dinheiro foi solicitado pelo próprio Flávio, que negou haver irregularidades, mas não explicou o novo repasse. O presidenciável também fez campanha pelos candidatos ao Senado que dividem seu palanque, os deputados federais Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo). O senador também repetiu suas propostas para área de segurança pública, como a redução da maioridade penal, leis mais duras para condenados por estupro. O senador também repetiu que, se eleito, seu ministro da Saúde será o diretor licenciado do Hospital Albert Einstein Cláudio Lottenberg.
Em Porto Alegre, Flávio tenta ligar Lula a Alexandre de Moraes
Senador também diz que presidente "virou as costas" para os gaúchos











